Por que celebrar o Natal em 25 de dezembro?
Qual o real sentido do Natal?
Por que natal é a festa de luz?
As comemorações natalinas têm origem pagã?

Essas são umas das variadas e curiosas especulações acerca das solenidades natalinas, reconhecida mundialmente como a Festa da Cristandade.

Na maioria das vezes tal curiosidade não tem origem no sentido especulativo de avidez por conhecimento, e sim, no censo especulativo pejorativo com intenção direta de desfeita através da crítica destrutiva.

Não só os céticos, mas também pessoas crentes, persuadidas por errôneas considerações a respeito do real sentido do Natal confessam dúvidas ou apatia
no referente às comemorações e a autenticidade cristã do Natal.

Por que 25 de Dezembro?

Historicamente falando, sem sombra de dúvidas, as afirmações que colocam o nascimento de Jesus Cristo no dia 25 de dezembro, são controversas, e não cabe a essas afirmações, nem ao menos a condição de hipotética, por não se encontrar nelas cunho Histórico.

A colocação do nascimento do Menino Deus como um acontecido no dia 25 de dezembro é resultante de conclusões da teologia católica durante o século III
com base na fusão de mistificação da cultura religiosa cristã romana com o ascetismo pagão Graco Romano.

O ponto culminante dessa fusão parte da observação das solenidades e comemorações do Solstício, festa denominada Saturnália comemorada entre os romanos em honra ao deus Saturno nos dias 17 a 22 de dezembro, onde era muito comum a troca de presentes, e completando o ciclo festivo do Solistício, no dia 25 de dezembro, as solenidades eram fechadas com os festejos comemorativos ao nascimento do deus Persa Mitra (O Sol da Virtude).

Como forma de combater essas práticas ascéticas fortemente arraigadas no povo romano de então, o clero católico buscou bases bíblicas para suplantar o ascetismo romano dedicado ao Solstício, implementando o nascimento de Jesus Cristo como no dia 25 de dezembro, baseado em (Ml.4:2) e (J0.8:12)
onde se encontra realmente Jesus Cristo e o verdadeiro simbolismo do sol e
da luz.

(Ml 4:2)

Mas para vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, trazendo curas nas suas asas; e vós saireis e saltareis como bezerros da estrebaria

(João 8:12)
Então Jesus tornou a falar-lhes, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue de modo algum andará em trevas, mas terá a luz da vida.

O efeito dessa medida é louvavelmente reconhecido até hoje, pelo motivo que todas as pessoas que adoravam ao desuses pagãos curvaram-se diante do Evangelho de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, e já a partir dos séculos
quatro em diante os deuses romanos sucumbiram e com eles as comemorações do Solstício, tendo o Evangelho predominado até hoje independente de Jesus ter nascido ou não em 25 de dezembro, o importante é que ele nasceu para nós e morreu por nós quando ainda éramos pecadores.

A importância do nascimento de Jesus Cristo para o mundo, parte do ponto bíblico que desde a queda de Adão até ao nascimento do Menino Deus o mundo inteiro jazia em trevas e não via a Gloria física de Deus, e não tinham ensinamentos vindo diretamente da boca de Deus para o povo.

(João. 1:9)

Pois a verdadeira luz, que alumia a todo homem, estava chegando ao mundo

(João. 1:14)

E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai.

A maior prova de Deus entre os homens, antes de Jesus Cristo, era a cidade de Jerusalém, e assim mesmo essa estava, até então, antes de Jesus Cristo, destituída de sua glória como cidade santa, por causa do pecado.

Em fim, o mundo todo jazia em trevas, em plena desconciliação com Deus, e biblicamente como mostra as Escrituras, Só o Natal seria o acontecimento inicial dessa reconciliação, primeiramente de Jerusalém e depois de todos os povos.

O sentido e a realidade do Natal como fato previsto e real desde o Velho Testamento pode ser constatado quando Isaias fala que Jerusalém como cidade Luz estava até então em trevas, mas que a verdadeira Luz viria a ela e a toda humanidade, dissipando as trevas de uma vez por todas, e que nesses dias Jerusalém receberia figuras ilustres trazendo presentes ao seu novo Rei.

Vale salientar que a visita dos magos realmente bíblica é esta,(Isaias. 60.6) e não a folclórica que o catolicismo ensina.

Costumeiramente Jerusalém só recebia multidões durante a Páscoa e Pentecostes.

Quando Isaias fala nessa multidão, esse acontecido deu-se numa data que apenas judeus deveriam está na Judéia para recenseamento, entretanto a presença dessa comitiva rica dos magos chamou atenção de Herodes, em ver tamanha comitiva fora do tempo de peregrinação da Páscoa.

(Isaias. 60:1,9)
Levanta-te, resplandece, porque vem a tua luz, e a glória do SENHOR vai nascendo sobre ti;
Porque eis que as trevas cobriram a terra, e a escuridão os povos; mas sobre ti o SENHOR virá surgindo, e a sua glória se verá sobre ti.
E os gentios caminharão à tua luz, e os reis ao resplendor que te nasceu.
Levanta em redor os teus olhos, e vê; todos estes já se ajuntaram, e vêm a ti; teus filhos virão de longe, e tuas filhas serão criadas ao teu lado.
Então o verás, e serás iluminado, e o teu coração estremecerá e se alargará; porque a abundância do mar se tornará a ti, e as riquezas dos gentios virão a ti.
A multidão de camelos te cobrirá, os dromedários de Midiã e Efá; todos virão de Sabá; ouro e incenso trarão, e publicarão os louvores do SENHOR.
Todas as ovelhas de Quedar se congregarão a ti; os carneiros de Nebaiote te servirão; com agrado subirão ao meu altar, e eu glorificarei a casa da minha glória.
Quem são estes que vêm voando como nuvens, e como pombas às suas janelas?
Certamente as ilhas me aguardarão, e primeiro os navios de Társis, para trazer teus filhos de longe, e com eles a sua prata e o seu ouro, para o nome do SENHOR teu Deus, e para o Santo de Israel, porquanto ele te glorificou

Ainda também no Velho Testamento, encontra-se a realidade do Natal, onde Balaão profeta pagão via a vinda do Menino Deus, como uma realidade, e confessa sua crença nessa vinda.

(Num.24: 16,17)

Fala aquele que ouve as palavras de Deus e conhece os desígnios do Altíssimo, que vê a visão do Todo-Poderoso, que cai, e se lhe abrem os olhos:

Eu o VEJO, mas não no presente; eu o contemplo, mas não de perto; de Jacó procederá uma estrela, de Israel se levantará um cetro que ferirá os termos de Moabe, e destruirá todos os filhos do orgulho.

Natal uma realidade divina.

Datas e costumes, uma tradição dos homens.

blogcelipe@hotmail.com

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